Treinamento Funcional

Origem

A origem do Treinamento Funcional aplicado ao esporte está na Grécia antiga. Com o surgimento dos Jogos Olímpicos, equipamentos e acessórios, rudimentares para os nossos tempos, eram desenvolvidos visando a melhora da performance. No inicio do século passado, foi reconhecido pelos europeus e norte-americanos, como um poderoso método de treinamento físico indicado também para a manutenção da saúde.

 

No Brasil, próximo do ano 2000, chegaram algumas propostas de sistemas de controle do TF, até então realizado de maneira aleatória. 

Definição e conceitos

Treinamento Funcional é o treinamento com característica específica para execução do movimento ou função o qual se pretende melhorar (Goulart et al 2003), logo, espera-se que do repertório infindável de movimentos humanos possíveis, muitos deles sejam extraídos, adaptados, ajustados, sistematizados e aplicados aos nossos objetivos.

 

Criado com a finalidade de trabalhar o corpo de maneira integral, por meio de um vasto repertório de movimentos e recursos, o TF pode ser realizado com pesos livres, com uma grande e crescente variedade de acessórios e equipamentos, ou utilizando apenas o peso do corpo, priorizando a abrangência (aspecto multiarticular do exercício), o centro corporal (abdômen, lombar e quadril) e a diversidade de movimentos.

 

Diferentemente do padrão por segmentos corporais descritos nos exercícios resistidos do trabalho mais convencional, com máquinas, para o treinamento funcional foram estipulados sete movimentos como primários considerados necessários à sobrevivência humana e à performance esportiva. São eles: agachar, avançar, abaixar, puxar, empurrar, girar e levantar.

Aplicabilidade

Ao Treinamento Funcional, cabe reproduzir movimentos verificados no cotidiano; movimentos da vida real quanto ao uso, melhorando a aptidão individual, ou reproduzir padrões de movimentos relativos ao esporte que se queira praticar, com o intuito de otimizá-los.    

Principais Empregos

Trabalhar as correções para minimizar ou resolver as eventuais assimetrias, discrepâncias e limitações corporais, provendo a base estrutural estável de que o corpo precisa para melhora da aptidão física direcionada à saúde ou aos esportes.

Aumento das capacidades de força, resistência, potência, flexibilidade, coordenação, equilíbrio, agilidade e velocidade; em certos níveis, aplicadas à saúde, e em níveis superiores aplicadas aos esportes.

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